Não há indicação de aparelho
Acontece, e a gente diz. Se a sua audição está dentro do esperado, você sai daqui sabendo disso e sem comprar nada. Se fizer sentido repetir a avaliação mais adiante, explicamos por quê.
Avaliação auditiva · São José dos Campos
A AudioVic tem uma cabine audiométrica no Jardim Satélite, dentro da própria loja. Cabine audiométrica é uma sala tratada para isolar o ruído de fora — é ela que permite medir a audição com precisão, porque o barulho do ambiente não entra para atrapalhar o teste. Sem isso, o resultado vira estimativa.
Quando procurar
Perda auditiva costuma chegar devagar. Quase ninguém percebe de um dia para o outro. O que aparece primeiro é o cansaço de conversar, o volume da televisão subindo aos poucos e a impressão de que as pessoas passaram a falar baixo.
Se alguma coisa desta lista acontece com frequência, já vale medir:
Vale dizer: nem toda queixa de audição é perda auditiva. Cera acumulada, infecção e outras condições também atrapalham o ouvir, e essas são de médico. A avaliação serve justamente para separar uma coisa da outra.
O atendimento
A conversa começa pelo que está acontecendo com você: desde quando incomoda, em que situações fica pior, se há zumbido, se alguém em casa já reclamou do volume da televisão. Só depois vem o exame.
Ninguém é atendido com pressa e ninguém sai daqui com um aparelho que não foi explicado. Se você não entendeu alguma coisa, a gente explica de novo — quantas vezes for preciso.
Como é
Nada aqui é surpresa. Você fica sabendo o que vai acontecer antes de cada etapa, e o resultado é explicado em português comum.
A conversa vem antes do equipamento. O que você sente, há quanto tempo, em que situações incomoda mais, se tem zumbido, se já usou aparelho. Essa parte é feita na sala de atendimento, sentado.
Antes de entrar na cabine, explicamos como funciona o teste e o que você vai precisar fazer. Se veio alguém com você, a explicação é para os dois. Ninguém entra sem entender.
Você entra na cabine e coloca um fone. O audiômetro — o aparelho que emite os sons do teste — envia sons em volumes e frequências diferentes, do grave ao agudo, um ouvido de cada vez. Você só precisa avisar cada vez que ouvir alguma coisa, mesmo que seja fraquinho. Não dói, não incomoda e não entra nada no ouvido.
A audiometria — o exame que mede a audição — vira um gráfico. A gente mostra esse gráfico e traduz: em que frequências você está ouvindo bem, onde está ouvindo menos, se os dois ouvidos estão parecidos e o que isso significa na sua rotina.
Pode ser que não haja nada a fazer agora. Pode ser que haja indicação de aparelho. Pode ser que o caso precise de médico antes de qualquer outra coisa. Qual das três é, a gente diz na hora.
Onde a triagem para
Sendo direto: a triagem auditiva feita aqui mede como você está ouvindo. Ela não é consulta médica e não diagnostica doença de ouvido.
Audição que piorou tem várias causas possíveis — cera acumulada, infecção, alteração no tímpano, questões de origem neurológica. Investigar isso é território de médico, e o médico dessa área é o otorrinolaringologista.
Importante: se a avaliação mostrar alteração que precise ser investigada, a gente diz isso na hora e orienta você a procurar um otorrinolaringologista antes de qualquer aparelho. Vender aparelho por cima de uma dúvida médica é o tipo de coisa que a AudioVic não faz.
E quando o aparelho é mesmo o caminho, vale a mesma honestidade: aparelho auditivo é reabilitação, não cura. Ele ajuda a ouvir melhor no dia a dia, não devolve a audição original.
Para quem vem junto
Boa parte de quem procura a AudioVic está procurando por outra pessoa: o pai, a mãe, o marido, a esposa. Em muitos casos é o acompanhante que percebeu o problema primeiro — e é ele que fica com a dúvida depois, em casa.
Por isso a conversa é feita com os dois, ao mesmo tempo e com as mesmas palavras. Não existe explicação técnica para um e versão resumida para o outro.
O que vem depois
A avaliação existe para responder uma pergunta: o que fazer a partir de agora. A resposta pode ser qualquer uma destas três.
Acontece, e a gente diz. Se a sua audição está dentro do esperado, você sai daqui sabendo disso e sem comprar nada. Se fizer sentido repetir a avaliação mais adiante, explicamos por quê.
Com o resultado em mãos, mostramos os modelos que fazem sentido para o seu caso. A escolha considera o grau da perda, a sua rotina e a sua facilidade para manusear o aparelho — não o modelo mais completo da prateleira.
Se aparecer alteração que precisa ser investigada, orientamos procurar um otorrinolaringologista antes de seguir com aparelho. Depois da avaliação médica, você volta aqui e a gente retoma de onde parou.
Dúvidas sobre a avaliação
Para a triagem auditiva feita aqui na loja, não. Você pode marcar direto com a gente. Agora, se a avaliação indicar alguma alteração que precise de investigação, orientamos procurar um otorrinolaringologista antes de seguir com aparelho.
Não. Você entra na cabine, coloca um fone e avisa cada vez que ouvir um som. Nada é introduzido no ouvido e não há desconforto. A única exigência é silêncio — por isso o teste é feito dentro da cabine.
Pode, e costuma ajudar. A sala de atendimento comporta acompanhante e a explicação é feita para os dois. Quem preferir esperar do lado de fora fica na recepção, com poltrona, café e televisão.
O melhor caminho é falar com a gente antes, pelo WhatsApp ou pelo telefone, e combinar o horário. Assim a cabine está livre quando você chegar e ninguém fica esperando à toa. Atendemos de segunda a sexta, das 8h30 às 18h.
Vale, sim. A audição muda com o tempo e o aparelho é ajustado às frequências de cada pessoa — quando a audição muda e o ajuste não acompanha, a sensação é de que o aparelho piorou. Traga o aparelho e, se tiver, o exame anterior: ajuda a comparar.
Manda uma mensagem contando o que está acontecendo — com você ou com quem você está ajudando. A gente responde se é caso de avaliação, de manutenção ou de procurar um médico primeiro.